Além de Natal e Pipa, o Rio Grande do Norte possui destinos espetaculares. Nesse post trazemos cinco passeios na região de Touros, Perobas e São Miguel do Gostoso, regiões que mesmo próximas a Natal ainda oferecem ao visitante uma experiência mais rústica da cultura e natureza exuberante do estado. Confira!

5 passeios na região de Touros, Perobas e São Miguel do Gostoso

O Nordeste brasileiro rende inúmeras viagens: são muitas as regiões, os sotaques, os temperos e praias para todos os tipos de gostos. Dá pra se dizer que boa parte destes cenários paradisíacos já viraram destino de muita gente no Brasil e no mundo. Mas há alguns bolsões onde o turismo ainda está chegando, onde as praias não são nada cheias, e os passeios, um pouco mais exclusivos.

Veja a seguir alguns dos melhores passeios que fizemos por lá!

Pôr do sol em São Miguel do Gostoso

Não faz muitos verões que a pequena vila de São Miguel do Gostoso entrou na rota do turismo nacional. Apesar de novata, já é famosa demais – você certamente já ouviu falar desse nome, sobretudo quando o assunto são as badaladas festas de Réveillon. Pois motivos não faltam: são várias as praias que servem os turistas que visitam Gostoso, sobretudo os amantes de esportes como kite e windsurf, porque vento não falta. E Tourinhos talvez seja a mais procuradas delas.

Pôr do sol em Tourinhos, a cerca de 14 km de São Miguel do Gostoso

A praia é uma enseada com longa faixa de areia, decorada em uma das pontas por uma alta duna petrificada. Só isso, já valeria a visita. Mas o bonito mesmo é passar um fim de tarde por lá, admirando aquele que (agentes do turismo local) julgar ser um dos pores do sol (plural estranho, mas nem tanto se considerarmos que todo dia tem um novo) do mundo. Eu é que não palpito nesta disputa, deixo apenas uma breve impressão: é mágico mesmo.

 

 

Parrachos de Maracajaú

As piscinas naturais de Maracajaú, por lá, conhecidas como parrachos, figuram em qualquer site, folheto ou roteiro de agências turísticas. Para curtir as maravilhas de estar em água rasa em pleno alto-mar, no entanto, é preciso de um pouco de sorte. E isso foi o que não tive. Nos dois dias em que passeamos neste canto do Rio Grande do Norte, a maré não estava favorável, o mar revolto e, bem, de piscina não havia nada, os guias garantiam: não adiantava nem tentar.

Fotos: Click Náutico/Divulgação

Mas sabemos: esta é uma das principais atrações e reserva aos seus visitantes águas claras, mergulhe junto com peixes e um visual altamente fotografável, Para chegar lá, são cerca de 20 minutos de barco desde a praia de Perobas ou a sete quilômetros das praia de Maracajaú. Um passeio certamente imperdível.

 

Marco Zero

Uma das poucas atrações da região feitas pelo homem é o o arco do Marco Zero, obra de Oscar Niemeyer, localizada nas proximidades de onde se inicia a BR-101, que liga Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul em quase cinco mil quilômetros de asfalto. Falando assim, parece até um pouco bobo chamar isso de ponto turístico. Mas, vamos lá: é bem legal tirar uma foto no km 0 da famosa 101, pensando que, dali em diante, ela cruzará 12 estados brasileiros.

 

 

Passeio de Buggy

Como é famoso em outras praias, o passeio de buggy é um clássico também nas areias do Litoral Norte potiguar. As praias, praticamente vazias em função dos ventos, viram pistas para os carros coloridos, que fazem os mais diversos trajetos, entre orla, dunas e estradas asfaltadas. Com ou sem emoção, ao gosto do freguês.

 

 

 

Farol do Calcanhar

Bem onde o Brasil faz a curva, no chamado Cotovelo ou Esquina do Brasil, no nosso ponto mais próximo da África, está o Farol do Calcanhar. Seria um farol qualquer, não fosse o maior do Brasil e o segundo mais alto da América Latina. São 62 metros de altura, 298 degraus para chegar até o topo, que pode ser visitado (no fim de 2018, no entanto, o farol estava fechado para reformas).

 

Cachaçaria Urca do Tubarão

Por fim, mas não menos importante, uma boa sugestão de pausa para molhar o bico e ouvir boas histórias é a Cachaçaria Urca do Tubarão. Apesar de o produto não ser fabricado ali, vale a pena a visita, sobretudo para conhecer uma figura chamado Edson, o proprietário poeta, contador de causos, colecionador de antiguidades e discos de vinil.

A comida é boa, o preço também. Daqueles lugares para se sentar – e há árvores e redes para deixar o clima ainda mais agradável -, provar das delícias locais e jogar conversa fora. É férias, não é?

 



Link: